sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O dia da Grande Chance


E mais uma vez é Natal!
A festa cristã!
Que de cristã não tem mais nada...
Natal? fora...
Quer dizer, não tão fora como gostaria, pois as convenções sociais nos dizem que "precisamos" gostar do Natal, e o pior, participar dele.
Encontrar a família, trocar presentes, ser hipócrita, pois Natal é tempo de perdão!
Alguém concorda comigo que se temos 364 dias num ano para amar, perdoar, a até mesmo presentear alguém, mas que tudo isso fica de lado, pois afinal lá no dia 25 de dezembro haverá dia da 'Grande Chance' é hipócrita ou eu penso sozinha - e talvez demais?
Aquela convençãozinha ridícula de se felicitar à meia noite, todos se abraçando - que alegria - e durante os outros 364 dias é: Oi, tudo bem? Tchau...
O homenageado especial da noite nem é lembrado.
Quem? Jesus Cristo, aquele que morreu por nós? Ah, isso é muito cafona.
Ah, também precisamos comprar lembrancinhas. Todos gostam de ganhar...Mesmo que a gente mesmo não receba nada...Tudo bem...Faz parte do Espírito de Natal ser benevolente. Ano que vem quem sabe alguém lembre da gente. A esperança é a última que morre.
Desculpem a acidez de minhas palavras. Sei que não combina com os enfeites de Natal, muito menos com o espírito natalino. Talvez seja TPM mesmo...
Prá finalizar quero desejar a TODOS um Feliz e Próspero Natal - de verdade - em todos os 365 dias do próximo ano.

13 comentários:

João Eduardo Q. C. disse...

E como concordo contigo! Dá vontade de enfiar o dedo na goela. Ahhh, mas não vou fazer o tender sair por onde entrou, não é mesmo? (Kikikikiki...) Entrou tão gotosinho! (Kikikikiki...)

Obrigado e grande beijo!

Aline Capistrano disse...

Feliz natal pra vc tambem.
Toda essa falsidade no natal faz bem pra quem gosta dela, fiquemos com o que tem de bom o resto jogamos fora.

Beijosss

CarolBorne disse...

Adoro 'espinhos' natalinos.
Eu vou ficar atirada na minha cama, revendo todos os devedês com histórias bobas e comédias românticas que eu amo. Natal? Só se Papai Noel for o Tiago Lacerda. Ui.

A propósito, feliz todos os dias do ano!
Amo você, Anjo!

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

rs.
Não foi ácido o texto, acho que vc só falou com sinceridade o pensamento que vai em muitas cabeças. Porque viver brigando, ferrado o ano todo pra chegar no dia 25 de Dezembro e perdoar, tudo virar melodrama?

Gostei do post.
boa semana p vc

Tathi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Menina Malukinha disse...

Mari !! vc disse tudo ... é triste mais é a realidade. Adorei o texto ele expressa muito bem o meu sentimento nessa época do ano. Isso não tem nada a ver com o Amor em cristo, pq Deus certamente esta acima desses protocolos hipócritas. Como vc disse, vamos nos amar e perdor sim, mas todos os dias do ano !!

Beijãooo...

Tathi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rejane disse...

Concordo em número, gênero e grau!! as pessoas não vivem o sentido belo que é realmente o Natal .Eu já tomei consciência disso tudo e mudei- inicialmente fui radical ao ponto máximo de nem enfeitar a casa, nem comprar roupas novas e muito menos presentear.Depois de me permitir dar o basta, estou retomando algumas pequenas tradições, mas sem entrar na hipocrisia nem no ritmo louco social. Sou chamada de mão amarrada por dizer não as brincadeiras de amiga secreta,de pessoa complicada por não participár de confraternizações natalinas ,mas eu não estou nem aí. Eu quero mesmo é ser feliz do jeitinho que sou e penso.Muito bom saber que não estou só nesse pensamento (rsrs).


Um feliz Natal consciente.

JESUS é o CAMINHO , A VERDADE , E A VIDA.
Um grande beijo

Larissa Bohnenberger disse...

Abaixo o Natal! E viva os outros 364 dias do ano! Vivaaaaaa!!!!!

Bloguinho da Zizi disse...

O homem precisa renascer para celebrar.
Para isso precisa de consciencia.
Cada um tem o seu momento.
O dificil é esperar que a luz se faça na mente e no coração de quem está a nossa volta.
Enquanto o materialismo imperar vamos fazer a nossa festa em nosso coração.
beijinhos

Adriana disse...

Adorei o seu ponto de vista, pois penso e me sinto tal como você.

Abraços e tudo de bom!

Léa Aragón disse...

Pois é, Mari, eu concordo contigo. Mas neste ano tive uma bela prova de que se pode ter um Natal menos comercial e mais solidário. Diante das momentâneas circunstâncias, eliminei completamente os presentes. E para minha supresa recebi de amigos, ex-colegas e até de desconhecidos que se comoveram com meus tropeços, um presente maravilhoso. Acho que Papai Noel existe, não como o velhinho rechonchudo e vestido de vermelho pela Coca-Cola, que virou o símbolo do consumismo, mas como um sentimento latente de amor e solidariedade, pronto a sair pra fora sempre que nos colocamos no lugar do outro. Um Natal que prometia ser o pior acabou sendo uma esperança de um mundo melhor.

Claudia Cardeal disse...

Concordo em gênero, número e grau!!!