domingo, 13 de fevereiro de 2011

Teias invisíveis



Essa semana tivemos, aqui em casa, uma visita muito importante: Nossos amigos Zé e Roberta.
Receber amigos sempre é um momento especial, mas os detalhes da visita foram o que me fizesse escrever sobre isso.
O César conheceu o Zé através do trabalho, mas a amizade não tardou a chegar.
Uma pessoa super do bem, que fazia a gente rir e preparava a melhor farinhada de que se tem noticias nessas bandas.
Ele, na época, um empresário bem sucedido, resolveu arriscar a vida lá nos EUA.
E foi de mala e cuia.
No decorrer de dez anos, vira e mexe eu e o César nos perguntávamos por onde andaria o Zé. Rastreamos ele em todos os meios disponíveis, mas ele havia simplesmente evaporado.
Já havíamos quase perdido as esperanças de encontrá-lo novamente quando na tarde do Natal, sem nada em casa para fazer, fomos das uma espiada no orkut.
Estávamos olhando as atualizações dos amigos e vimos umas fotos que a Rosi, nossa vizinha - e também cunhada do Zé - tinha postado no seu álbum. Numa das fotos ela estava abraçada à uma homem que não era seu marido (ó) e nossos olhos quase saltaram prá fora das órbitas quando reconhecemos ninguém menos que o...Zé!!
Bom, nem precisa dizer que corremos atrás de notícias para confirmarmos a identidade, pois depois de 10 anos poderíamos nos enganar, não é verdade??
Felizmente não foi nenhum engano. Era ele mesmo.
Nisso me ocorre o seguinte: Ô mundão véio sem porteira e danado de pequeno, sô!!
Nos perguntávamos por um amigo há tanto tempo e nem imaginávamos que ele passava seguidamente em frente à nossa casa sem saber. Tão próximos e tão distantes. Estávamos ligados por teias invisíveis e nem sonhávamos.
Masss, como já disse anteriormente, o tempo, aquele senhor de barbas brancas, se encarrega de tudo mesmo!
Que bom.

2 comentários:

Larissa Bohnenberger disse...

Que legal esses reencontros que a vida proporciona, né? Coisa boa!

Bjs!

Anônimo disse...

MARY TB ESTOU VIVA NAO ESTOU INVISIVEL BJUS EM VC NO CESAR E NOS FILHOTES !